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Que mundo é esse que ninguém entende um sonho? Que mundo é esse que ninguém sabe mais amar? Pra tanta coisa que faz mal eu me disponho, quando eu te vejo eu começo a sorrir, eu começo a sorrir.

Te amo mais do que já amei outro alguém, te pertenço mais do que já pertenci a outro alguém, sou sua, toda sua e você sabe disso, você me tem. Pois te dedico meus melhores sorrisos, melhores abraços, meus melhores beijos, melhores amassos e te desejo a cada dia um pouco mais.
Talvez não seja amor. Talvez seja algo bem parecido ou talvez seja algum sentimento disfarçado. Vai que é paixão; aquelas paixões de verão. Mas pode ser carência. Isso, carência. Mas e se for falta de atenção? Se for uma necessidade extrema de um abraço apertado, de um beijo bem dado? Mas também pode não ser nada. E isso me preocupa. De todas as coisas possíveis. Só não pode ser ilusão. Não pode ser.
“E enquanto eu lia as mensagens antigas no meu celular, encontrei uma sua que dizia “eu te amo, não esquece”. É, e engraçado… Acho que quem esqueceu foi você.”
E a gente vai se afastando, deixando de ser importante e deixando de fazer falta. E a gente vai sendo esquecido, deixado de lado, vai sendo trocado.
Hoje eu não sinto mais saudade de você. Não estou dizendo essas palavras para te atingir, me vingar ou fingir que não estou mais nem aí. Só não sinto mais saudade de você. Antes aquela saudade me consumia, fazia meus olhos encherem de lágrimas, fazia meu coração tremer. Hoje tudo isso passou. Procuro no passado o que me fez te querer tanto. Não acho. Você continua bonito, engraçado e sedutor. Mas não vejo mais graça nisso tudo. Não me abalo mais com tanto poder de sedução. O encanto acabou, a magia se partiu, tudo ficou bem terminado aqui dentro. Isso antes me entristecia, hoje me deixa com olhar de paisagem. Não sinto nada. Nem seu cheiro sinto mais. Antes, fechava os olhos e conseguia sentir seu perfume. Passou. Meu Deus, eu achei que nunca ia passar! Pensei que meu sofrimento jamais teria fim. Mas teve. Um fim bonito. Um fim que não deixa nem saudade.
Se você estiver ocupado demais para me ligar, eu vou entender. Se você não tiver tempo para me mandar mensagens, eu vou entender. Se você tiver fazendo algo mais importante e não puder me ver, eu vou entender. Se você fingir que não está nem ai pros meus sentimentos e continuar me ignorando, eu vou entender. Se você continuar desperdiçando seu tempo de vida com coisas fúteis, eu vou entender. Mas se eu parar de te procurar, aí é a sua vez de me entender.
Não te preocupa. O que acontece é sempre natural — se a gente tiver que se encontrar, aqui ou na China, a gente se encontra. Penso em você principalmente como a minha possibilidade de paz — a única que pintou até agora, “nesta minha vida de retinas fatigadas”. E te espero. E te curto todos os dias. E te gosto. Muito.”
É verdade, eu o amava. Não com esse amor de carne, de querer tocá-lo e possuí-lo e saber coisas de dentro dele. Era um amor diferente, quase assim feito uma segurança de sabê-lo sempre ali.